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Sidnei Miranda , Blog
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Porque fazer um curso de Leitura Dinâmica?

No Brasil, apenas um quarto da população é considerado “Leitor Pleno”. Esse número é divulgado a cada dois anos pelo Instituto Paulo Montenegro que realiza pesquisas na área da educação para o governo federal. Os dados são comparados com os últimos dez anos e não são animadores; na verdade, na última amostragem, os resultados pioraram.

Veja os resultados nesse link do Indice Nacional de Alfabetismo Funcional: INAF

 

Em torno de 11% é analfabeto e quase 100% dessas pessoas não tem condições de ser inseridos no mercado formal; acabam vivendo na informalidade ou em subempregos.

Dos 64% restantes, considerados alfabéticos funcionais, boa parte está nas faculdades e saem delas nas mesmas condições em que entraram, afirmam as pesquisas. Outro tanto, nunca vai fazer uma faculdade, engrossando o número daqueles que não reúnem qualificações profissionais para se elevar na carreira profissional. Parte do problema vem mesmo é do nível de qualificação dos professores, outra é responsabilidade do sistema de ensino escolhido, por fim o conjunto cultural do Brasileiro força a qualidade que se vê.

 

Fazer paralelo entre a capacidade de leitura com a carreira profissional é bem apropriado, principalmente se lembrarmos que toda forma de estudo depende de leitura. E não é só para os estudos que se aplica a leitura; diversão e lazer, informação e cultura, viagens e compras. Enfim, para quase tudo na vida a leitura está envolvida de forma natural.

Mas, onde ela se destaca como absolutamente necessária e decisiva na qualidade final dos resultados é na área de educação, consequentemente nos estudos. E o resultado dos estudos e da educação acadêmica é que prepara os profissionais para o mercado de trabalho.

 

A alfabetização é o processo pelo qual passamos para aprender a ler e escrever. Quem lê mal, normalmente escreve mal. A qualidade de um é consequência do outro e quando não é boa, ainda contribui para desanimar o leitor/estudante quando tem que enfrentar os estudos.

 

Há pesquisas que indicam que a escola tira não só a criatividade como também o gosto pelos estudos dos alunos. Em função desse fato é importante que o próprio estudante busque seu desenvolvimento. E o desenvolvimento da leitura é um dos requisitos mais importantes para tudo o que envolve os estudos e aprendizagem.

 

A escola não estimula seus alunos a desenvolverem novas técnicas para melhorar sua leitura. É o aluno quem precisa se conscientizar de que não está bem nesse quesito e deve buscar melhorias a fim de subir novos degraus na sua vida.

 

O que é a Leitura Dinâmica?

É um conjunto de técnicas de leitura que visa ao ótimo desempenho. Envolve velocidade, concentração, objetividade, entendimento, memória, entre outros elementos intelectuais.

 

A leitura dinâmica existe desde a década de 60 e foi desenvolvida por uma professor do ensino médio nos EUA chamada Evelyn Wood que até hoje já ajudou a desenvolver a leitura dinâmica em mais de um milhão de pessoas. Suas técnicas proporcionam resultados para que o  aluno:

  • Leia de cima para baixo e não da esquerda para a direita.

  • Leia grupos de palavras ou pensamentos completos e não uma palavra por vez.

  • Evite a releitura de parágrafos ao longo do texto.

 

Estes são apenas alguns dos resultados possíveis para se obter em um curso de leitura dinâmica.

A velocidade de leitura média de um aluno que termine o processo de alfabetização não ultrapassa as 120 palavras por minuto de velocidade. Um curso de leitura dinâmica vai acelerar esta velocidade de 2 a 10 vezes. Em meu curso tenho observado o mínimo de 3 vezes mais no aumento de velocidade dos alunos adultos que já chegam com uma velocidade média acima das 150 palavras por minuto. Cada aluno obtém um resultado particular, mas todos conquistam ótimos resultados.

 

Ler um livro inteiro é algo que muitos alunos no final do ensino médio nunca realizaram. E isso com 17 ou 18 anos de idade. O hábito de buscar resumo de livros na internet. De copiar e colar textos para a confecção de trabalhos sem ao menos ler o conteúdo vai reduzindo ainda mais a capacidade de leitura.

 

De onde vem os problemas com a leitura

Ler pode ser algo muito chato para a maioria das pessoas. Este problema é conquistado desde o processo de alfabetização. O processo vincula a velocidade da fala com a da leitura. Os alunos são estimulados a lerem em voz alta no início do aprendizado. Eles estudam a leitura a partir da visão isolada de sílabas, lendo uma por vez no início do processo. Tudo isso e outras estratégias ficam estabelecidas como um programa de leitura no cérebro do aluno. E vai funcionar assim para sempre caso ele não busque alterar seus efeitos que são:

  • Leitura muito lenta - O cérebro humano pode ler e entender muito mais rápido do que a velocidade que normalmente se lê sem leitura dinâmica.

  • Sono - A leitura é uma atividade passiva, ou seja, é só uma atividade para o cérebro realizar; há poucos estímulos em uma leitura muito lenta. E fazer isso do mesmo jeito que se fazia na infância pode ser tão chato que o cérebro acaba relaxando em excesso, causando o sono.

  • Dispersão e falta de memória - A própria leitura pode dispersar a atenção do leitor, principalmente se ele não tiver o hábito desenvolvido da leitura e de técnicas mais apuradas. Com dispersão em alta, não há criação de memórias. Falta atenção e objetividade.

  • Releitura - Voltar constantemente naquele parágrafo que não ficou claro. Isso é causado pela falta de concentração, dada pela dispersão. Isso também ajuda a desanimar no processo fazendo muita gente evitar a leitura de qualquer coisa.

 

Em algumas escolas, os professores que mais deveriam estimular os alunos a lerem, nem sempre são leitores. E como é que vai se estimular um jovem aluno a ler se o próprio professor não possui o hábito?

 

Outro motivo da falta de hábito é o fato de muitos alunos não terem contato permanente com os livros. Eventualmente, em suas casas nunca existiu uma estante ou prateleira com livros. Também pode ter acontecido de os filhos nunca terem presenciado seus pais com um livro nas mãos. Nunca ganhar um livro reforça a falta de interesse, bem como nunca alguém ter lido algo interessante para a criança quando pequena.

 

O excesso de televisão, games e internet mantém as pessoas longe da leitura e portanto longe do acesso a conteúdos relevantes que poderiam ajudar a construir uma intelectualidade mais vigorosa, mais inteligência e maior capacidade de absorver novos conhecimentos de qualquer área e em qualquer nível do saber, inclusive para os níveis sutis, sito a espiritualidade, afinal a intelectualidade é o andar de baixo da espiritualidade.

 

Todos estes problemas entre outros, como a dislexia, podem ser resolvidos ou minimizados com o treinamento da Leitura Dinâmica.

 

A leitura já fez muita diferença na vida de grandes homens e mulheres e vai continuar fazendo. Ela ajuda a descobrir o mundo à nossa volta além de a nós mesmos. Desenvolve a inteligência, aumenta o vocabulário, proporciona momentos ricos, interessantes ou profundos de interação com outras pessoas e alavanca a vida da gente em várias áreas, como a profissional por exemplo.

 

Fazer um curso de leitura dinâmica pode proporcionar uma experiência altamente marcante e transformadora. Em meu curso os alunos leem um livro inteiro na última aula, em apenas 60 minutos, e fazem um debate do conteúdo com os colegas de classe. E são muitos os que já passaram por essa experiência única para saírem do outro lado transformados e com um novo e poderoso futuro pela frente. Eu dou aula desse curso desde 1998.

 

Venha você também participar de uma turma, você vai se surpreender consigo mesmo.

 

Professor Sidnei Miranda

sidneimiranda.com.br

 

Estratégias brilhantes de oratória - 1

A oratória detém regras e técnicas que servem para dar mais liberdade e melhorar a performance e exposição geral do comunicador de público.

 

Algumas dessas regras e técnicas apontam um caminho para melhorar a estética e a compreensão da apresentação, como é o caso das técnicas de voz e expressão corporal. Outras regras e técnicas apontam um caminho para melhorias no discurso a ser exposto. Algumas para o expositor e outras para o conteúdo.

 

Todas servem para melhorar aquilo o que chega para o público. Este percebe a qualidade do discurso, bem como do apresentador a partir do conjunto da obra. Um conteúdo bom, exposto por um apresentador ruim fica ruim e vice-versa. É sempre o orador quem dá a qualidade final ao conteúdo.

 

Existem pessoas que se apresentam com certa frequência em público e que nunca fizeram treinamento específico de oratória. Elas usam, como referência, apresentadores que admiram e que os impressionaram ao falar em público. Elas acabam copiando trejeitos e formas de expressão que lhes impacta positivamente e que tem sobre elas efeito persuasivo.

 

Elas copiam, sem saber que certos usos, apesar de causar efeito interessante em alguns casos,  nem sempre são bons para qualquer situação. Algumas vezes, são falas simples que, ditas com certa inflexão, tornam o conteúdo em questão mais interessante conferindo maior expressividade ao discurso e personalidade ao orador, mas quando analisadas isoladamente demonstram não ser indicadas para a maioria dos discursos ou mesmo para nenhum caso.

 

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Vamos ver alguns desses usos indiscriminados na oratória que acabaram se tornando lugar comum em discursos de pessoas que tem até boa exposição nas mídias, mas pouca experiência de boa oratória.

 

Logo de saída

Ao iniciar uma fala, a primeira coisa que o orador normalmente faz é cumprimentar seu público. Em seguida ele se apresenta. Esta é uma regra da oratória. Não que seja rígida e também não é obrigatório que seja logo de saída, a não ser em discursos oficiais. Mas, cumprimentar e se apresentar fazem parte do discurso e deverá ser feito, de preferência no início da apresentação na maioria dos casos.

O caso de uso indiscriminado que quero citar neste ponto inicial é a fala:

 

“Para quem não me conhece, meu nome é…”

 

Particularmente eu não gosto desse recurso. Dá a entender inicialmente que a apresentação será dirigida apenas para quem não conhece o orador; aos outros não.

Em alguns casos é dito assim: “Boa noite a todos; para quem não me conhece, meu nome é ….”

Se o “Boa noite” foi para todos, por que motivo o nome não seria?

Para quem não me conhece, meu nome é fulano; Ok, mas e para quem já te conhece, por acaso seu nome mudou?

A não ser que, desde a primeira vez que o apresentador fale em público, sua audiência seja nada menos do que toda a população do planeta terra e vizinhança, eu acredito que sempre poderá ter alguém presente que ainda não ouviu falar dela. Vendo por esta ótica, o recurso é ruim tanto para quem é conhecido quanto para quem não é conhecido, apesar de a intensão ser das melhores.

Seu nome é fulano, tanto para quem te conhece, quanto para quem ainda não te conhece. E o mais incrível é que isso vai continuar sendo sempre assim. A não ser que você vá ao cartório e peça para mudar o seu nome.

Evite usar este recurso, ele também poderá transmitir uma certa arrogância que é sempre indesejável. Afinal, ele sugere que as pessoas deveriam conhecer o orador e o faz em um tom de superioridade insuspeita.

 

O recurso não é de todo dispensável. Veja estes casos onde seu uso é indicado:

  • Para quem ainda não conhece o autor “X” eu indico o seu livro “Y”

  • Para quem não sabe o conteúdo, ele está no manual do usuário.

  • Para quem busca a felicidade, e ainda não a encontrou, ela está dentro de você.

  • Para aqueles de vocês que desejarem rever esta aula, estará disponível no site.

 

A fim de substituir a fala indesejável, eu sugiro ainda estas aplicações:

  • A título de apresentação eu gostaria de dizer que (sobre si mesmo)

  • Para que todos me conheçam melhor eu preparei um slide com um resumo.

  • Boa noite a todos. Meu nome é Sidnei Miranda. Eu sou formado em Gestão Estratégica e hoje vou falar sobre os 5 passos da gestão do capital humano.

 

Alguns oradores ainda preferem sugerir um nome para sua aproximação e relacionamento com seu público falando algo assim:

  • Bom dia pessoal, meu nome é Francisco, mas podem me chamar de Chicão, que é como eu sou mais conhecido no meio onde atuo.

 

Procure ser original; pense em seu perfil e como fica melhor sua apresentação. Analise o que fica adequado na relação entre você e seu público dentro do evento em questão.

 

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Esse cara sou eu!

Uma outra forma cristalizada de expressão muito usada em público e que eu tenho arrepios em ouvir é esta:

  • “Eu sempre digo que....”

 

Com algumas variações que ficam assim:

  • “Eu sempre costumo dizer que…”

  • “Normalmente eu falo que…”

  • “Nestes casos em sempre gosto de afirmar que…”

 

Outro dia eu vi uma postagem no Twitter onde o autor disse:

“Sempre que eu ouço “Eu sempre digo que…” em alguma palestra eu normalmente penso: “Eu estou ouvindo isso pela primeira vez baby”

 

Isso define bem o que eu penso dessa afirmação do orador. O que ele afirma dizer “sempre” poderá estar sendo ouvido a primeira vez pela maioria das pessoas e poderá soar arrogante de novo. Além disso, o que uma pessoa “sempre diz igual” e nunca muda, pode ser um indício de que não está aberta a se renovar. Também induz a pensar que ele sempre soube disso e todos os presentes não, mas com um tom de vantagem que deixa os ouvintes se sentindo imbecis.

 

É um recurso pouco gentil e altamente dispensável. Pode soar irônico, intolerante e até agressivo.

 

No lugar de “Eu sempre digo…” prefira estruturas mais leves e pertinentes como:

  • Além disso…

  • Eu também gostaria de acrescentar que…

  • Outra forma de ver esta questão é…

  • Na mesma linha de raciocínio, tem o….

  • Para estes casos existe uma saída interessante que é…

  • Uma resposta que eu acredito que vai esclarecer esta questão é...

 

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Senado Romano

Nas intervenções

Quando a apresentação é uma palestra, ao contrário de um discurso formal, é possível a  participação ativa do público com perguntas e comentários. Estas situações demonstram bem qual é a habilidade do orador em lidar com o público diretamente. Mais do que isto; pode revelar traços indesejáveis do orador.

 

Um comentário que se ouve com certa frequência assim que alguém do público responde a alguma pergunta do orador é este:

 

  • “Na verdade…”

 

Esse comentário inicia as considerações que este orador faz sobre as respostas ou colocações de membros do público. Tenho ouvido essa frase inicial mesmo em situações onde os comentários são corretos, e não há nada o que corrigir. Este caso demonstra a insegurança do orador frente à possibilidade de existir gente que possa saber tanto ou mais do que ele no público. Não que seja o caso, mas se for, qual é o problema? Eu não vejo qualquer.

 

As intervenções devem ser consideradas pelo orador como oportunidades mágicas de obter a participação interessada de seu público, de estimular a compreensão, de obter feedback, de aprofundar o relacionamento tornando o orador uma pessoa mais próxima e humana. Comentários como o “Na verdade…” distanciam e causam um impacto negativo. É como se o orador estivesse anulando as palavras de seu interlocutor para sobrepor com as suas. É como se quisesse mostrar que é o único a conhecer a verdade.

 

Dividir o conhecimento compartilhando seu saber é o que constrói a autoridade do orador e não isolando-se sob uma capa de único conhecedor da verdade.

 

Como opção o orador sempre poderá agradecer o acrécimo do comentador ou respondente. E ainda poderá solicitar mais participações a fim de criar um ambiente mais interessante e enriquecer o tema com outros pontos de vista.

Para isto, basta que seja humilde, afinal, a verdade está distribuída um pouco em cada um de nós.

 

Para finalizar estas considerações sobre estratégias brilhantes de oratória eu vou deixar a frase de um antigo poeta trágico grego.

 

 

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“Não é o que o orador diz, mas o que ele é que dá peso à sua fala.” Eurípedes.

 

 

 

 

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Falar em público - Corre pro abraço, ou corre pra longe.

Oswaldo de Oliveira; 27 anos, recém-casado, sem filhos. Trabalha em um grande banco brasileiro, na área de investimentos. Acaba de assumir uma posição de liderança em função de uma promoção recente e sua chefia imediata comunicou que ele vai precisar realizar reuniões frequentes a fim de encabeçar uma equipe de técnicos para novos projetos voltados para clientes internos. Oswaldo nunca precisou falar em público. Seu trabalho sempre foi mais introspectivo, apesar de seu relacionamento diário com os pares ser constante. As poucas vezes que precisou falar diante de alguma plateia, seja na faculdade, seja diante de grupos de profissionais, ele sentiu grande dificuldade. Relata que experimenta muita tensão, esquece parte do que ia falar, fala muito rápido e chega a gaguejar em alguns momentos mais tensos. A presença de liderança hierárquica no evento também o intimida.

Dentro do ambiente corporativo o número total de profissionais que tem dificuldade de falar em público e se comunicar adequadamente é reduzido, principalmente se focarmos a camada da liderança. Nas camadas inferiores a relação se inverte. Em algum momento os que, agora, estão no degrau superior, tiveram que se preparar ou já nasceram com a predisposição para a boa comunicação em público. Trata-se de uma exceção este último grupo. Para aqueles que ainda precisam melhorar seu desempenho não há como fugir de um treinamento.

E engana-se os que pensam apenas em realizar um investimento de tempo curto, intelectual ou encima da hora. Não funciona assim. Ler o melhor livro que existe sobre publik speaking nem de longe vai baixar aquela tensão que se sente só de pensar em falar diante do público. Técnicas rápidas são muletas que normalmente não se sustentam até a metade da apresentação. E uma sessão de terapia de última hora também não vai fazer alguém dominar aquele medão.

Por outro lado, existe a necessidade de separar dois aspectos que estão por trás das queixas de quem experimenta estas dificuldades. Antes, porém, vamos considerar que todos podem sentir o mesmo tipo de medo, mas por questões diferentes. É o mesmo tipo se considerarmos que o sistema nervoso é o mesmo, digo, humano. A intensidade pode ser diferente, mas isso eu prefiro não abordar aqui pois é menos relevante. A forma “como” alguém sente medo é igual para todos. Já os motivos podem ser divididos em dois, no mínimo. Tendo como causa o falar em público, as pessoas têm medo:

1º) Por não conhecer as técnicas da comunicação para público.

2º) Por causa de registros emocionais negativos.

As duas causas podem estar presentes na mesma pessoa?

A resposta é sim. E podemos considerar que o primeiro caso pode ser mais simples de resolver.

Para os dois casos, conhecer as técnicas de oratória será uma prática necessária. Para o segundo caso, uma abordagem terapêutica se faz necessário.

O que fazer?

Consideremos o caso de uma pessoa que tenha fobia ou um trauma relacionado a público. Não serão apenas as técnicas de oratória que vão resolver o caso. Este é um fator que depende do grau de sensibilidade de cada pessoa em relação ao motivo traumático ou fóbico. Se uma pessoa reage de forma extrema ao público, um curso de oratória que aborda apenas as técnicas não vai ajudar muito, principalmente no começo. Reagir de forma extrema neste caso é como ter taquicardia, pressão baixa, tontura, dor no estômago, pernas bambas e falta de ar, tudo junto.

Entende porque uma abordagem mais terapêutica se encaixa melhor no começo?

As técnicas de relaxamento, pnl, respirações, alinhamento de níveis neurológicos, até abordagens psicanalíticas breves, podem ser mais indicadas. De fato, o que essas pessoas precisam é se ver livres da associação emocional que alguma experiência ruim do passado manifesta no momento presente.

Isto é possível para todos. Desde que a pessoa encontre um profissional capacitado e experiente.

E não tem jeito, o mercado pede cada vez mais que nos comuniquemos com mais frequência e qualidade. Boa comunicação faz toda a diferença, não é mesmo?

Teve alguma experiência ruim nesta área? Acredite, é possível se livrar disso. 

Faça um bom curso de oratória.

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