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Sidnei Miranda , Falar em público - Corre pro abraço, ou corre pra longe.
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Falar em público - Corre pro abraço, ou corre pra longe.

Oswaldo de Oliveira; 27 anos, recém-casado, sem filhos. Trabalha em um grande banco brasileiro, na área de investimentos. Acaba de assumir uma posição de liderança em função de uma promoção recente e sua chefia imediata comunicou que ele vai precisar realizar reuniões frequentes a fim de encabeçar uma equipe de técnicos para novos projetos voltados para clientes internos. Oswaldo nunca precisou falar em público. Seu trabalho sempre foi mais introspectivo, apesar de seu relacionamento diário com os pares ser constante. As poucas vezes que precisou falar diante de alguma plateia, seja na faculdade, seja diante de grupos de profissionais, ele sentiu grande dificuldade. Relata que experimenta muita tensão, esquece parte do que ia falar, fala muito rápido e chega a gaguejar em alguns momentos mais tensos. A presença de liderança hierárquica no evento também o intimida.

Dentro do ambiente corporativo o número total de profissionais que tem dificuldade de falar em público e se comunicar adequadamente é reduzido, principalmente se focarmos a camada da liderança. Nas camadas inferiores a relação se inverte. Em algum momento os que, agora, estão no degrau superior, tiveram que se preparar ou já nasceram com a predisposição para a boa comunicação em público. Trata-se de uma exceção este último grupo. Para aqueles que ainda precisam melhorar seu desempenho não há como fugir de um treinamento.

E engana-se os que pensam apenas em realizar um investimento de tempo curto, intelectual ou encima da hora. Não funciona assim. Ler o melhor livro que existe sobre publik speaking nem de longe vai baixar aquela tensão que se sente só de pensar em falar diante do público. Técnicas rápidas são muletas que normalmente não se sustentam até a metade da apresentação. E uma sessão de terapia de última hora também não vai fazer alguém dominar aquele medão.

Por outro lado, existe a necessidade de separar dois aspectos que estão por trás das queixas de quem experimenta estas dificuldades. Antes, porém, vamos considerar que todos podem sentir o mesmo tipo de medo, mas por questões diferentes. É o mesmo tipo se considerarmos que o sistema nervoso é o mesmo, digo, humano. A intensidade pode ser diferente, mas isso eu prefiro não abordar aqui pois é menos relevante. A forma “como” alguém sente medo é igual para todos. Já os motivos podem ser divididos em dois, no mínimo. Tendo como causa o falar em público, as pessoas têm medo:

1º) Por não conhecer as técnicas da comunicação para público.

2º) Por causa de registros emocionais negativos.

As duas causas podem estar presentes na mesma pessoa?

A resposta é sim. E podemos considerar que o primeiro caso pode ser mais simples de resolver.

Para os dois casos, conhecer as técnicas de oratória será uma prática necessária. Para o segundo caso, uma abordagem terapêutica se faz necessário.

O que fazer?

Consideremos o caso de uma pessoa que tenha fobia ou um trauma relacionado a público. Não serão apenas as técnicas de oratória que vão resolver o caso. Este é um fator que depende do grau de sensibilidade de cada pessoa em relação ao motivo traumático ou fóbico. Se uma pessoa reage de forma extrema ao público, um curso de oratória que aborda apenas as técnicas não vai ajudar muito, principalmente no começo. Reagir de forma extrema neste caso é como ter taquicardia, pressão baixa, tontura, dor no estômago, pernas bambas e falta de ar, tudo junto.

Entende porque uma abordagem mais terapêutica se encaixa melhor no começo?

As técnicas de relaxamento, pnl, respirações, alinhamento de níveis neurológicos, até abordagens psicanalíticas breves, podem ser mais indicadas. De fato, o que essas pessoas precisam é se ver livres da associação emocional que alguma experiência ruim do passado manifesta no momento presente.

Isto é possível para todos. Desde que a pessoa encontre um profissional capacitado e experiente.

E não tem jeito, o mercado pede cada vez mais que nos comuniquemos com mais frequência e qualidade. Boa comunicação faz toda a diferença, não é mesmo?

Teve alguma experiência ruim nesta área? Acredite, é possível se livrar disso. 

Faça um bom curso de oratória.

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